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Ao contrário dos seus habituais trabalhos, Sophia abandona o equipamento pesado de teleobjetivas longas e corpos de câmara volumosos, escolhendo em vez disso a Leica Q3, uma companheira compacta e discreta que passa tão facilmente pelos controlos de segurança quanto nas mãos de qualquer festivaleiro. No turbilhão de música, luz e movimento, o seu minimalismo transforma-se no maior trunfo, permitindo-lhe misturar-se, mover-se livremente e captar o espírito do festival sem o peso de equipamento em excesso.
Ao contrário dos seus habituais trabalhos, Sophia abandona o equipamento pesado de teleobjetivas longas e corpos de câmara volumosos, escolhendo em vez disso a Leica Q3, uma companheira compacta e discreta que passa tão facilmente pelos controlos de segurança quanto nas mãos de qualquer festivaleiro. No turbilhão de música, luz e movimento, o seu minimalismo transforma-se no maior trunfo, permitindo-lhe misturar-se, mover-se livremente e captar o espírito do festival sem o peso de equipamento em excesso.


Sophia Carey
No meio da multidão, Sophia ergue a Leica Q3 com a sua objetiva fixa de 28 mm, abraçando a ampla perspetiva para enquadrar Dua Lipa contra um pano de fundo de espectáculo. O amplo ângulo permite‑lhe captar não só a artista, mas todo o drama da atuação, o palco vasto banhado de luz, pirotecnia a explodir em chamas e milhares de fãs a mover‑se como um só.
Nessas imagens de enquadramento, a coreografia expande‑se para além dos bailarinos, transformando‑se num diálogo entre artista, cenografia e público, tudo contido numa única imagem que transmite a imensidão do momento.
Sophia Carey



“É importante encontrar um equilíbrio entre estética e narrativa. Não se trata só de um artista ou da atuação de um cabeça de cartaz. Trata‑se dos diferentes espectáculos. Hoje, amanhã e durante todo o fim‑de‑semana”
Com as suas fotografias, quer contar histórias: através da luz e do movimento, pelos rostos da multidão, pela atmosfera que se cria entre duas músicas.
“Para mim, uma boa fotografia combina narrativa e estética: não é apenas bonita, conta também uma história. A fotografia musical consiste em transmitir a sensação do ambiente naquele preciso momento.”


A subida ao palco de Dua Lipa na sexta‑feira à noite representa um marco pessoal para Carey.
Há alguns anos, no início da sua carreira, já tinha fotografado a Dua Lipa quando a cantora estava a começar. Agora Carey reencontra‑a com mais experiência e um olhar mais apurado. Não é apenas um momento que evidencia o percurso de sucesso de Dua Lipa como artista, mas também reflete a própria evolução de Sophia Carey enquanto fotógrafa.
E, à medida que o Sunny Hill se desvanece da memória, Carey já está pronta para acompanhar os próximos espectáculos em clubes, salas de concertos e festivais por todo o mundo. Para a fotógrafa de concertos, há sempre trabalho a fazer.
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